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Conheça
melhor o aqüífero Guarani
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Al?m
do Guarani, sob a superf?cie de S?o Paulo, h? outro reservat?rio,
chamado Aq??fero Bauru, que se formou mais tarde. Ele ? muito
menor, mas tem capacidade suficiente para suprir as necessidades
de fazendas e pequenas cidades. |
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Nas margens do aq??fero, a eros?o exp?e peda?os do arenito.
S?o os chamados afloramentos. ? por aqui que a chuva entra
e tamb?m por onde a contamina??o pode acontecer. |
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O
l?quido escorre muito devagar pelos poros da pedra e leva
d?cadas para caminhar algumas centenas de metros. Enquanto
desce, ele ? filtrado. Quando chega aqui est? limpinho.
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4 |
A
cada 100 metros de profundidade, a temperatura do solo sobe
3 graus Celsius. Assim, a ?gua l? do fundo fica aquecida.
Neste ponto ela est? a 50 graus. |
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Perfil
do Aqüífero Guarani a partir da Área de Recarga |
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| Uma
Reserva para o Futuro |
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Afloramentos
Para impedir a contaminação pelo derrame de
agrotóxicos, um dia a agricultura que utiliza fertilizantes
e pesticidas
poderá ser proibida nestas regiões |
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Aquecimento
Em regiões onde o aqüífero é profundo,
as fazendas poderão aproveitar a água naturalmente
quente para combater geadas. Ou para reduzir o consumo de
energia elétrica em chuveiros e aquecedores.
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Irrigação
Usar água tão boa para regar plantas é
um desperdício. Mas, segundo os geólogos,
essa pode ser a única solução para
lavoura em áreas em risco de desertificação,
como o sul de Goiás e o oeste do Rio Grande do Sul.
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Aqueduto
Transportar líquido a grandes distâncias é
caro e acarreta perdas imensas por vazamento. Mas, para
a cidade de São Paulo, que despeja 90% de seus esgotos
nos rios, sem tratamento nenhum, o Guarani poderá,
um dia, ser a única fonte.
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